Por entre a azáfama dos negócios e a atratividade que carateriza o espaço, os comerciantes do Bolhão viram entrar pelo mercado uma comitiva de ministros e secretários de Estado. A assinalar um ano em funções, o Governo escolheu o Porto para uma reunião descentralizada do Conselho de Ministros.
A ocasião serviu para fazer um balanço da atividade desenvolvida, já com as eleições antecipadas marcadas para 18 de maio.
No final da reunião do Conselho de Ministros, e já depois da fotografia oficial que juntou todos os titulares de pastas ministeriais e secretários de Estado, além do presidente da Câmara, na escadaria do Mercado do Bolhão, Luís Montenegro partilhou as conclusões da reunião, num espaço que designou de "icónico da cidade do Porto, do norte do país".
"O Mercado do Bolhão evidencia uma ideia que está muito ligada ao trabalho deste Governo", considera Luís Montenegro, referindo-se à "ideia de olharmos para o nosso património, para o nosso potencial. De sabermos revitalizá-lo, reaproveitá-lo. De aproveitar o seu potencial e a sua capacidade. De o tornar atrativo, rentável e enquadrável numa estratégia de criação de riqueza, para que possa criar mais empregos, que possa alimentar maior capacidade de fixar os nossos jovens. Que possa ser um sustentáculo de um país moderno, que assenta a sua vida em atividades económicas diversas".
O primeiro-ministro acrescentou a afirmação de que "estamos numa cidade que é uma referência das liberdades e num espaço que está, hoje, reanimado". "Estamos junto das pessoas", sublinhou.